2009
DÃvida prevalece, e Branco deixa o Flu
categoria (Esportes) by abelhudo em 24-12-2009
Cahê Mota/GLOBOESPORTE.COM
Branco deixa o Fluminense mais uma vez
Pela segunda vez em pouco mais de um ano Fluminense e Branco se divorciam por conta de uma dÃvida trabalhista do clube com o jogador. Chamado à s pressas para ser coordenador de futebol no auge da crise que quase levou o Tricolor para a Segunda Divisão, o dirigente tinha contrato até o dia 31 de dezembro e não abriu mão do valor que tem a receber para renová-lo.í A atitude foi de encontroí à linha de normas do clube, que tem como princÃpio não pagar dois valores distintos a qualquer funcionário.
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- Não posso abrir mão de um direito adquirido na justiça. Quando me chamaram, há quatro meses, a dÃvida não foi problema – disse Branco, antes do anúncio oficial de seu desligamento, visivelmente chateado com o tratamento recebido após a salvação da equipe do rebaixamento.
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O imbróglio envolvendo a renovação de contrato de Branco se arrastou pelas últimas duas semanas. Contrários ao pagamento da dÃvida, membros da cúpula do futebol tricolor eram contra a permanência do coordenador de futebol, mas Celso Barros, presidente do patrocinador, exigia a continuidade. Amigo particular do campeão do mundo, ele, inclusive, teria condicionado a manutenção do patrocÃnio ao acordoí com o ex-jogador. Sendo assim, a parceria entre Fluminense e Unimed segue indefinida.
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A polêmica negociação com Branco interferiu também nas ações do clube no mercado. Enquanto não define a continuidade do patrocinador, o Tricolor fica sem poder financeiro e, apesar de ter traçado prioridades com nomes e posições, perdeu espaço no momento de investir em reforços. O Fluminenseí deve R$ 5 milhões ao ex-jogador. A Justiça bateu oí martelo e o Tricolor, além dos salários, teria que pagar R$ 75 mil por mês ao dirigente, mais 30% das receitas do clube.
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Nomes como o atacante Leandro, o lateral-direito Nei e o volante Márcio Araújo, pedidos por Cuca, iniciaram conversas, mas seguiram outros destinos. Grêmio, Internacional e Palmeiras, respectivamente. Outros, como o meia Ewerton e o lateral Julio Cesar, que estavam próximos, também sofrem forte assédio dos rivais e podem se distanciar das Laranjeiras.
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